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Distúrbios cardiometabólicos

June 11, 2018

 

Os distúrbios cardiometabólicos são a principal causa de morbidade e mortalidade em todo o mundo e estão intrinsecamente ligados ao diabetes, uma doença devastadora que afeta mais de 400 milhões de pessoas. O diabetes é a principal causa de doença cardiovascular, doença renal em estágio terminal, cegueira e amputação não traumática de membros inferiores, além de afetar negativamente os resultados da gravidez e o sistema nervoso. No entanto, diabetes e suas complicações podem ser evitadas. Um grande número de pessoas sofre de alterações iniciais no metabolismo da glicose, conhecido como "pré-diabetes".

Essas pessoas correm maior risco de desenvolver diabetes evidente nos próximos anos, mas as evidências mostram que a progressão para o diabetes pode ser interrompida. A intervenção imediata, com mudanças significativas no estilo de vida e / ou implementação de farmacoterapia apropriada, são estratégias eficazes para prevenir o diabetes em pessoas em risco. Para facilitar isso, os profissionais de saúde devem estar atualizados com as evidências mais recentes e convincentes sobre a prevenção do diabetes. Para aqueles com diabetes evidente, o esforço implacável deve ser gasto para evitar as complicações debilitantes da doença e aumentar a expectativa de vida. O conhecimento e a compreensão dos complexos mecanismos farmacológicos e sua implementação clínica facilitarão o sucesso do tratamento do diabetes.

 

Como o diabetes, os distúrbios da tireóide estão entre as doenças endócrinas mais prevalentes que também afetam a homeostase cardiovascular. Infelizmente, um grande número de pacientes com doenças da tireoide não é diagnosticado, contribuindo para o aumento da morbidade e redução da qualidade de vida. Portanto, há uma necessidade de recomendações claras que permitam o reconhecimento efetivo e imediato dos distúrbios mais freqüentes da tireoide, a fim de tratar adequadamente os pacientes e evitar desfechos clínicos adversos.

 

Finalmente, a hipertensão ainda é a principal causa de morte no mundo e a medicina está longe de estabelecer um controle adequado desse fator de risco cardiovascular. Recentemente, novos alvos agressivos para o tratamento anti-hipertensivo foram propostos, mas não está claro se a evidência científica justifica esta estratégia terapêutica.

 

É necessário a aplicação dos resultados de ensaios clínicos controlados à vida diária. O papel do tratamento combinado na hipertensão e as recentes novidades na disponibilidade de formulações em dose fixa.

NEM TODOS OS DIABÉTICOS SÃO OBESOS E NEM TODOS OS OBESOS SÃO DIABÉTICOS

 

Qual a conexão entre diabetes tipo 2 e peso corporal?

 

O diabetes tipo 2 pode ser desencadeado por muitos fatores externos, como ás, idade, estresse, gravidez, alguns medicamentos, colesterol alto, histórico familiar, genética e peso. De todos esses riscos, a obesidade e o excesso de peso se classificam como o único melhor preditor desse tipo de diabetes. Quase 90% das pessoas diagnosticadas com este problema de saúde também são obesas ou com excesso de peso. A capacidade do corpo de processar insulina diminui drasticamente em pessoas com obesidade, o que eventualmente levará ao desenvolvimento de diabetes tipo 2. Estudos médicos relataram que o rápido aumento nos diagnósticos de diabetes está diretamente ligado ao crescente número de casos de obesidade nos Estados Unidos.

Para entender um pouco mais sobre os distúrbios cardiometabólicos:

 

 

O que é risco cardiometabólico?


O termo risco cardiometabólico descreve as chances de uma pessoa de danificar seu coração e vasos sanguíneos, quando um ou mais fatores de risco aparecem juntos. Estes fatores incluem obesidade, altos níveis do chamado “mal” colesterol (LDL), altos níveis de gordura sanguínea (triglicerídeos), baixos níveis do “bom” (HDL) colesterol, pressão elevada, e resistência insulínica. Todos estes fatores são também conhecidos como Síndrome Metabólica.

 

Quem está sob risco?


Pessoas obesas têm maiores risco de doenças cardíacas, infarto e diabetes tipo 2, principalmente porque o peso interfere na ação da insulina no corpo. Com o ganho de peso, a ação da insulina se torna menos efetiva e o corpo fica resistente ou menos sensível à sua ação. Com isto o nível de açúcar começa a subir no sangue e pode levar ao diabetes.
Algumas vezes isto ocorre também em pessoas que não são obesas, o que também aumenta o risco de doenças cardíacas, como nos obesos.

 

Como o risco cardiometabólico é reconhecido?


Há uma combinação de fatores que determinam este risco.
– Obesidade, principalmente depósito de gordura abdominal
– Altos níveis de LDL colesterol
– Níveis baixos de HDL colesterol
– Níveis elevados de triglicerídeos
– Pressão arterial elevada
– Glicose sanguínea de jejum elevada

Esteatose hepática – NASH (nonalcoholic steatohepatitis) – Como este risco deve ser tratado qual a nossa proposta?
O exame de Índice de Massa Corporal é importante, mas estratifica o risco. A distribuição da gordura corporal individualiza o risco, além de outros fatores.

 

Calcule o seu IMC


O Índice de Massa Corporal (IMC) é reconhecido como padrão internacional para avaliar o grau de obesidade. O IMC é calculado dividindo o peso (em kg) pela altura ao quadrado (em m).


Exemplo de como calcular o Índice de Massa Corporal (IMC):
80kg / 1,80m x 1,80m = 24,69 (Normal)

 

IMC =
_____Peso_____
(Altura X Altura)

 

Abaixo do peso – Abaixo de 18,5
Peso normal – 18,5 – 24,9
Sobrepeso – 25,0 – 29,9


Obesidade Grau I – 30,0 – 34,9
Obesidade Grau II – 35,0 – 39,9
Obesidade Grau III – 40,0 e acima

 

 

Fonte: Abeso

 

 

 

 

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